“Repudiada, afogada pelo rio da ilusão, a frieza da saudade congela e dilacera o coração amargurado. Fecho os olhos e contemplo você beijando sua musa, enquanto toco a face da solidão, depressa você a abraça, enquanto eu abraço as ultimas lembranças que ainda tenho de um passado cor-de-rosa.
O pranto jorra incessante, é a imensidão do mar enegrecido que penetra o coração, aos poucos petrificando, evacuando todo sentimento que outrora me preenchia. Logo, lamentavelmente, aqui agora, jaz uma pedra sangrenta pulsante.”
— Juliane Sousa
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